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Quem Somos

Conheça o Instituto Ubiqua

Quem Somos 

SOBRE NÓS:

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Instituto Ubíqua é o novo nome do Instituto Comrádio do Brasil. Somos uma organização social, sem fins lucrativos, fundada em 2010. Dedicamo-nos à Comunicação Colaborativa, à Formação e à Gestão do Conhecimento. No Instituto Ubíqua, o pensamento e a sensibilidade do ser humano se encontram e interagem. Para nós, ser ubíquo é acreditar que a conexão digital deve ser utilizada para promover a conexão humana.

 

MISSÃO:

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Criar, produzir e compartilhar ações de comunicação e formação voltadas para o desenvolvimento sustentável de comunidades pobres, visando à melhoria da vida das pessoas.

OBJETIVOS INSTITUCIONAIS:

  1. Buscar uma sociedade democrática, justa e libertária, construída por meio da autonomia, dignidade e participação de todos; 
  2. Atuar na promoção da ética, da paz, da cidadania, dos direitos humanos, da democracia e de outros valores universais;
  3. Criar e executar projetos sociais voltados para a formação em comunicação social com foco no empoderamento jovem, democratização da comunicação e na comunicação como direito humano;
  4. Lutar pelo fortalecimento da Esfera Pública, buscando fortalecer os indivíduos como atores sociais e promover a comunicação e governança colaborativa; 
  5. Atuar para a transformação do sistema de comunicação brasileiro, lutando pela democratização da comunicação e para que a comunicação se torne efetivamente um direito de todo ser humano;
  6. Desenvolver pesquisas, estudos e conceitos de comunicação para subsidiar as práticas dos movimentos sociais e da defesa do direito à comunicação.

 

EQUIPE 2017-2021:

Quem Somos

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ABRANGÊNCIA:

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O Instituto Ubiqua atua no Estado do Piauí, prioritariamente nas cidades onde existe déficit de formação de comunicadores/as sociais e mercado com (boa) capacidade de inserção laboral no campo da comunicação. Nestas cidades desenvolve atividades voltadas para o desenvolvimento local e redução da pobreza, através do empoderamento juvenil, da formação de comunicadores/as populares (nos grupos de interesse ligados a agricultura familiar, quilombolas, cegos/as e jovens da periferia, em risco de drogadição), empreendedorismo digital e desenvolvimento de instrumentos e estratégias de comunicação e governança colaborativa. Em 2020, o Insituto Ubiqua realizou parceria com organizações dos Estados do Ceará, através do projeto Paulo Freire, e na Bahia, por meio do projeto Pró-Semiárido, para o desenvolvimento da primeira turma de Repórter Digital promovido pelo Instituto.

 

METODOLOGIA DE TRABALHO:

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O INSTITUTO UBIQUA é uma Organização da Sociedade Civil, sem fins lucrativos, de cunho cultural e educativo. Atua na promoção do protagonismo jovem, através da formação em comunicação social e empreendedorismo voltada preferencialmente para jovens pobres, especialmente em risco de drogadição, agricultores familiares, pessoas com deficiência visual, quilombolas etc., bem como, da promoção do direito comunicação e da governança colaborativa.

Os projetos criados e executados pelo Instituto Ubiqua visam o aperfeiçoamento contínuo do jovem em seus aspectos social, cultural, educativo e econômico. A sua missão é promover a educação em comunicação social, capaz de criar, produzir e compartilhar ações voltadas para o desenvolvimento sustentável de comunidades pobres, visando a melhoria da vida das pessoas e oferecendo ao jovem os instrumentos e conceitos necessários para que ele/a, com autonomia produza, distribua, inspire e compartilhe soluções, promova a cidadania, assegure o direito à comunicação e a governança colaborativa e agregue valores éticos e democráticos em prol da transformação social.

Os objetivos do Instituto encaminharam sua trajetória para servir de apoiador, inspirador e provocador de sinergias entre as organizações apoiadas pela Brücke Le Pont no Brasil e Fundo Internacional de Desenvolvimento Agrícola (FIDA), assim, o Instituto Ubiqua está presente desde o início da formatação da Rede Ponte e hoje ocupa a sua presidência.

 

REALIZAÇÕES INSTITUCIONAIS:

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OInstituto Ubqua possui uma atuação exitosa na formação de jovens pobres em Teresina, no semiárido piauiense, além do Ceará e Bahia, e membros de grupos de interesse específicos como os quilombolas, agricultores/as familiares, mulheres e cegos/as.

Na periferia de Teresina destaca-se a atuação com jovens em risco de drogadição no projeto Juventude Conectada Com a Vida voltado para a utilização das mídias sociais para prevenção às drogas, gravidez na adolescência e outros temas sensíveis.

A atuação no semiárido é realizada juntamente com a Brücke Le Pont, por meio do projeto Jovens Radialistas, que hoje conta com cerca de 400 jovens formados/as em comunicação social e com registro profissional emitido pelo Ministério do Trabalho e válido em todo o Brasil. Aptos a trabalhar no Rádio e na Televisão, em Publicidade, Assessoria de Comunicação, monitoramento de Mídia Social e a empreender na comunicação.

É relevante destacar que o processo de formação dos jovens desencadeou uma série de realizações institucionais, entre elas destaca-se: a qualificação do rádio, que, a partir da incidência dos novos profissionais passou a preocupar-se mais a qualidade das transmissões, linguagem, programação etc.; o Piauí tornou-se o Estado Brasileiro com maior número de profissionais de rádio com registro, proporcionalmente à população. A qualificação além de diminuir a fuga de jovens para outros centros, permite que aqueles/as que precisam sair, saiam qualificados/as; Contribuiu para o aumento significativo do número de mulheres atuando no rádio local que, tradicionalmente era masculino, elas hoje atuam tanto na parte administrativa quanto na locução. O aumento correspondeu a proximamente 35%[1] na cidade de Picos, desde que o projeto iniciou suas atividades; Ampliou imensamente o debate sobre as políticas públicas voltadas para o seminário nos meios de comunicação locais, especialmente o rádio e contribuiu, juntamente com as outras organizações que atuam na região para a mudança da percepção sobre o semiárido, antes: lugar seco, sem vida e sem perspectivas, hoje: lugar com oportunidades de convivência harmônica entre ser humano e a natureza e vida abundante. As pessoas passaram a ter orgulho de morar no semiárido. 

Todo este impacto do projeto na região acontece como uma onda. Porém está desarticulado. Para isso nasceu a rede de comunicadores/as Coletivo de Comunicação Cidadã, voltado para ampliar o protagonismo jovem, empregabilidade e geração de renda. O Coletivo possui imenso potencial para a comunicação colaborativa.

O projeto possui uma atuação especial com quilombolas (remanescentes de comunidades negras originarias), agricultores familiares e mulheres. O projeto é reconhecido como tecnologia social pela Fundação Banco do Brasil e recebeu o prêmio Objetivos do Milênio PNUD/ONU em 2016.

Com os Cegos/as a atuação do IComradio também é bastante exitosa. O Instituto é referência no Brasil na formação de profissionais de rádio cegos/as. Afinal o Rádio é cego também. Por meio do projeto Um Olhar para a Cidadania o IComradio desenvolveu e exportou a metodologia que agrega a aprendizagem da técnica do Rádio às necessidades das pessoas com deficiência visual. A metodologia chama-se: Meus Ouvidos são meus Olhos. Utiliza o som e técnicas do teatro como condutores do processo ensino-aprendizagem. O projeto ganhou inúmeros prêmios, entre eles o Prêmio ARede por promover a acessibilidade na comunicação, é também reconhecido como tecnologia social pela Fundação Banco do Brasil.

O projeto propôs e contribuiu com a efetivação da política pública “Selo Empresa Acessível” no ano de 2015, executada pela Prefeitura de Teresina. Ainda dentro do projeto Um olhar para a Cidadania foi criado o Movimento de Mulheres Cegas, uma organização que representa as mulheres cegas do Brasil nas suas demandas por trabalho e por políticas públicas voltadas para acessibilidade.

Estas ações são refletidas no número de pessoas inseridas no mundo do trabalho voltado para a comunicação, nas suas várias modalidades. Desde o trabalho formal, passando pelo empreendedorismo destacado nos micro e pequenos empreendedores/as e no MEI - Microempreendedor Individual até chegar na atuação indireta, quando o egresso trabalha em uma organização social ou empresa e utiliza os conhecimentos adquiridos para melhorar a performance da instituição a qual é ligado/a na comunicação social.

Em 2020, o Instituto Ubiqua, em parceria com a Brücke · Le pont da Suiça, FIDA e Universidade Federal de Viçosa (UFV), através do projeto AKSAAM, deu início a primeira turma do curso Repórter Digital. A iniciativa tem como objetivo formar profissionais capazes de produzir recursos de comunicação multimidiáticos. O curso é voltado para jovens atendidos pelos projetos financiados pelo Fundo de Desenvolvimento Agrícola (Fida) no Nordeste. 

O curso tem duração de 4 meses e conta com beneficiários do Projeto Viva o Semiárido (PI); Projeto Paulo Freire (CE); e Projeto Pró Semiárido (BA). A iniciativa conta com 12 disciplinas e 15 professores e pretende formar jovens para atuação nas comunidades, projetos e no mundo do trabalho.

Além disso, a Ubiqua, através da sua expertise em comunicação e mobilização social atuou em sinergia com as organizações da Rede Ponte, realizando o curso de fotografia para organizações sociais, voltado para todas as organizações. Também atuou em sinergia com a CPT – Comissão Pastoral da Terra, tanto na formação de agentes e jovens em risco de trabalho escravo quando na elaboração do Plano de Comunicação da organização; com a FUNACI – Fundação padre Dante Civiero na elaboração do Plano de Comunicação; com a Fazenda da Paz visando ampliar e melhorar a comunicação através do rádio (programa minuto pela vida na Rádio Pioneira) e de outros ambientes de comunicação como canal do youtube e com a Cáritas Oeiras, em parceria com o Comitê da Juventude, na preparação e elaboração do Seminário sobre potencialidades do Território Vale do Canindé e da Semana da Juventude 2018.

 A Ubiqua possui um leque enorme de organizações e agências de cooperações com as quais atua ou já atuou, entre elas destacamos: Petrobras (que apoiou o projeto Jovens Radialistas entre 2014 e 2016); UNICEF e Pastoral da Criança (apoio ao projeto Saúde, Direito e Cidadania); o Instituto Telemar – Oi Novos Brasis e Cooperforte (projeto Um Olhar para a Cidadania); Governo do Estado do Piauí, Care Internacional Brasil e Rádio Nederland Training Center (Projeto Comunicação e Rádio para o Desenvolvimento Local); Cáritas Regional Piauí (projeto Observatório do Semiárido); AMARC – Associação Mundial das Rádios Comunitárias e SIGNIS Brasil no apoio a formação de comunicadores/as populares e debates sobre o direito à comunicação, sendo o IComradio  associado às duas redes.

[1] Linha de base (2013) – pesquisa realizada em 39 cidades do território Vale do rio Guaribas, em 45 emissoras de rádio (6 AM, 21 FM, 18 Radcom). Gênero: 34% Mulheres e 66% homens; Instrução: 48% ensino médio, 34% fundamental, 14% superior, 4% analfabeto; Notícias: 79% outras notícias, 21% notícias sobre o semiárido.  

 

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